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quarta-feira, 5 de junho de 2024

Marks não está disposto a “conversar” com a inteligência

Cofundador da Oaktree Capital, gestora com US$ 189 bilhões de ativos sob gestão, Howard Marks ostenta uma longa ficha de serviços prestados no universo dos investimentos, o que lhe rendeu uma fortuna estimada em US$ 2,2 bilhões e admiradores ilustres e confessos, como Warren Buffett. Com esse currículo, o autor do livro "O mais importante para o investidor" tem sido uma figura recorrente em eventos promovidos no Brasil. Sua “presença” mais recente, via videoconferência, aconteceu na terça-feira, 2 de abril, no Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI. Em virtude de problemas de áudio, suas primeiras palavras não puderam ser ouvidas pelas mais de 5.000 pessoas presentes no Grant Hyatt Hotel, em São Paulo. Alguns poucos segundos depois, resolvido o problema, ele brincou: “Não sou uma IA”. Bom humor à parte, Marks não mostrou o mesmo ânimo quando questionado sobre a onda da inteligência artificial sob a ótica da Oaktree Capital. Ao que tudo indica, ele não parece estar tão disposto a “conversar” com esse hype. Ao menos neste momento. “Bom, nós usamos IA em nossos processos, principalmente para organizar dados. Essa é a sua melhor aplicação no momento”, afirmou. E acrescentou: “mas não investimos em IA, não investimos em tecnologia e não investimos em ações. Isso não está afetando a nossa tese.” Na sequência, ele não afirmou categoricamente que o boom da IA é uma bolha. Mas falou sobre a natureza das “modas” do mercado, ao ressaltar que o fato de que algumas empresas serão bem-sucedidas passa a impressão de que todos os ativos valham a pena, como se fosse um bilhete de loteria. Marks fez então uma referência à bolha pontocom, que estourou no fim da década de 1990. Ele ressaltou que, antes disso acontecer, o mantra era de que a internet mudaria o mundo e qualquer empresa do setor poderia ser extremamente valiosa. “O The Wall Street Journal, no fim de cada bolha, tem um pequeno box em sua primeira página listando algumas das ações que foram afetadas”, afirmou. “E, na bolha tech, as ações caíram mais de 99%. A maioria delas, 100%.” Ele destacou ainda que, em ondas dessa magnitude, muitas pessoas, impedidas de investirem na ação daquela que, eventualmente, será a grande vencedora daquela corrida, pelo papel estar mais valorizado, acabam optando por um outro ativo, sem pesar fatores importantes nessa escolha. “A pessoas não calculam os ganhos potenciais ou não sabem como fazê-lo. Talvez elas apenas coloquem dinheiro nisso porque se encaixa no mantra do dia”, disse Marks. “É disso que as bolhas são feitas. São preços ou ativos irracionalmente altos, mas que realmente não têm valor tangível. Ou boa parte não tem.”
Fique Por Dentro
Em ondas como a da IA, muitas pessoas não conseguem escolher as vencedoras Algumas empresas bem-sucedidas passam a impressão de que todas também serão
https://w3b.com.br/marks-nao-esta-disposto-a-conversar-com-a-inteligencia/?feed_id=12165&_unique_id=6660da880a063

quinta-feira, 16 de maio de 2024

A IA está gerando uma guerra por talentos nas big techs (e Musk teve de abrir a carteira)

A disputa por talentos entre as empresas de tecnologia se tornou mais intensa com as inovações ligadas à inteligência artificial (IA). No mais novo episódio dessa guerra por profissionais de tecnologia, Elon Musk decidiu abrir a carteira. Nos últimos meses, o bilionário sul-africano disse que tem visto alguns engenheiros da Tesla sendo “agressivamente recrutados com ofertas massivas de compensação” por outras empresas. Entre elas, a OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, que recebeu mais de US$ 10 bilhões da Microsoft para expandir sua operação. “Essa tem sido a mais louca guerra de talentos que eu já vi”, escreveu o empresário em sua conta no X, na última quarta-feira, em resposta a uma reportagem do The Information que mostrava que o cientista de dados Ethan Knight estava deixando a montadora. Knight havia recebido uma proposta da OpenAI. Para evitar perder o profissional especializado em machine learning, Musk o convenceu a se juntar à operação da xAI, sua startup de inteligência artificial. “Era a xAI ou a OpenAI”, escreveu o bilionário em sua conta no microblog. Em uma solução de mais longo prazo, Musk diz que a Tesla está aumentando o salário dos seu engenheiros. Mas não informou detalhes sobre como está fazendo isso e nem o valor das propostas que os profissionais vêm recebendo de concorrentes do setor de tecnologia. Musk não é o único que tenta evitar a saída de seus profissionais de inteligência artificial. Em fevereiro, Aravind Srinivas, CEO da Perplexity AI, afirmou que o Google – que comanda a startup – estava quadruplicando o salário de alguns profissionais da companhia. Profissionais de IA estão em alta no mercado. No ano passado, a Netflix começou a recrutar um gerente para lidar com a tecnologia e ofereceu um salário anual que poderia chegar a até US$ 900 mil. Enquanto alguns funcionários estão valorizados, outros correm o risco de perderem o emprego. Foram mais de 50 mil demissões no mercado de tecnologia em 2024, segundo layoffs.fyi. Se continuar nesse ritmo, o número de demissões pode se aproximar do registrado em 2023, quando 240 mil pessoas perderam o emprego no setor. No Brasil, uma análise da consultoria Robert Half destacou alguns profissionais que estão em ascensão com os adventos da inteligência artificial. Entre elas: gerente de transformação digital, engenheiro de prompt, desenvolvedor de modelos, entre outros. Ainda assim, a consultoria lembra que “o mercado de trabalho contemporâneo é extremamente dinâmico” e “muitos cargos que estão hoje em destaque não existiam anos atrás, assim como algumas profissões também podem desaparecer” com o avanço da tecnologia.
https://w3b.com.br/a-ia-esta-gerando-uma-guerra-por-talentos-nas-big-techs-e-musk-teve-de-abrir-a-carteira/?feed_id=5193&_unique_id=6646128f831e3

sábado, 27 de abril de 2024

Por que o ex-CEO do PayPal (e agora na Valor Capital) teme a inteligência artificial

SUNNYVALE – Depois de mais de nove anos no comando do PayPal, o americano Dan Schulman foi anunciado na última segunda-feira, 8 de abril, como o novo managing partner da Valor Capital, gestora criada em 2011 que tem em seu portfólio startups como CloudWalk, Wellhub (antiga Gympass), Loft, Sami, entre outras.

No anúncio feito pela gestora na segunda-feira, Scott Sobel, fundador da gestora, afirmou que o novo managing partner vai dedicar dois a três dias por semana à função e ficará alocado em Palo Alto. Ele terá como missão alavancar novos negócios da empresa e trabalhar ao lado dos fundadores de startups que já estão no portfólio.

Ao buscar novos investimentos para a gestora, Schulman terá pela frente uma leva de startups que usam (e, por vezes, abusam) do termo inteligência artificial em seus modelos de negócios. A tecnologia, porém, gera certo receio no agora investidor de venture capital.

Entrevistado durante um painel no Brazil at Silicon Valley, evento realizado em Sunnyvale, na Califórnia, Schulman fugiu do típico discurso otimista sobre a inteligência artificial e citou alguns problemas que serão causados pelo avanço da tecnologia.

“O desemprego vai aumentar drasticamente”, afirmou o novo managing partner da Valor Capital. Segundo ele, ainda que novos empregos serão criados, haverá uma distância de tempo entre as profissões que serão extintas e os novos trabalhos que surgirão. “Essa atualização do conjunto de habilidades será feita em algum momento.”

Schulman diz que a onda de demissões vai ocorrer porque as companhias vão precisar fazer isso para se tornarem mais eficientes e operarem com um custo menor. “As companhias vão reduzir entre 15% e 35% o custo da estrutura nos próximos três anos”, disse. “Você terá menos pessoas e que irão produzir mais.”

O descasamento entre as demissões e a criação de novas profissões gera um problema de escala nacional. No longo prazo, Schulman aponta que o desemprego pode fazer com que os governos precisem controlar o câmbio e a taxa de juros e deixar os cidadãos mais insatisfeitos com seus governos.

Para além das demissões, Schulman citou o fator de segurança digital como outro ponto de alerta. “Hoje há dois tipos de empresas: aquelas que foram hackeadas e aquelas que não sabem que foram”, disse.

Ele citou os avanços em deep fakes como um problema a ser enfrentado pelas companhias, principalmente do setor financeiro. “A indústria está massivamente preocupada com a aceleração dessas tecnologias”, afirmou. “Todo mundo tem clipe de voz em algum lugar na internet e leva apenas 15 segundos para que alguém consiga imitar aquela voz.”

Schulman prevê que a inteligência artificial deverá avançar de forma acelerada em 2024 e que novos modelos deverão ser criados até o fim do ano. “As pessoas vão precisar se acostumar em relação ao quão avançados esses sistemas serão”, afirmou. “Estamos na beira de uma revolução tecnológica.”

https://w3b.com.br/por-que-o-ex-ceo-do-paypal-e-agora-na-valor-capital-teme-a-inteligencia-artificial/?feed_id=4131&_unique_id=662d1b223771e

Microsoft mira na inteligência artificial e acerta na reaproximação de EUA e Emirados Árabes

A Microsoft não tem economizado na corrida pela dianteira na inteligência artificial. Prova disso são os laços estreitos que a gigante de Redmond mantém com a OpenAI, dona do ChatGPT, que foram reforçados por um investimento de US$ 10 bilhões na startup comandada por Sam Altman.

Agora, a big tech americana está novamente abrindo o cofre para avançar nessa seara. Desta vez, porém, em outro território. A Microsoft anunciou na terça-feira, 16 de abril, um investimento de US$ 1,5 bilhão na G42, startup de inteligência artificial dos Emirados Árabes Unidos (EAU), apoiada pelo governo local.

Com o novo aporte, a G42, fundada em 2018, chega a um volume total de US$ 2,3 bilhões captados. Antes da Microsoft, a empresa já havia atraído duas rodadas lideradas pela Silver Laker Partners e o Mubadala.

“Nossas empresas trabalharão juntas não apenas nos Emirados Árabes Unidos, mas para levar a inteligência artificial, a infraestrutura digital e serviços para nações carentes”, afirmou, em nota, Brad Smith, presidente da Microsoft, que passará a ocupar um assento no board da startup.

Peng Xiao, CEO da G42, também falou sobre a rodada: “Essa parceria amplia significativamente a nossa presença no mercado internacional, combinando as capacidades únicas de IA da G42 com a robusta infraestrutura global da Microsoft.”

Entre outros pontos, o investimento prevê que a startup rode seus aplicativos e serviços na Microsoft Azure, plataforma de nuvem da Microsoft, com abertura para ofertas em parceria de ferramentas de inteligência artificial para grandes empresas e clientes do setor público.

O acordo também inclui o plano de desenvolver profissionais especializados em inteligência artificial na região. Para isso, as duas empresas se comprometeram a criar um fundo de US$ 1 bilhão destinado a desenvolvedores.

A Microsoft e a G42 ressaltaram ainda que o aporte contempla um acordo intergovernamental, que trata de questões como leis de comércio, segurança, integridade empresarial e “inteligência artificial responsável”. O documento foi elaborado com a consulta dos governos de ambos os países.

“Vamos combinar tecnologia de classe mundial com padrões líderes globais para uma IA segura, confiável e responsável, em estreita coordenação com os governos dos Emirados Árabes Unidos e dos Estados Unidos”, acrescentou Smith, da Microsoft.

Muito além desse discurso oficial e das fronteiras das duas empresas, nos bastidores, o investimento bilionário, que, ao que tudo indica, teve uma participação relevante dos governos de ambos os países, sinaliza uma mudança importante no diálogo esses dois atores.

Nos últimos anos, a conversa entre os Estados Unidos e os Emirados Árabes Unidos tem sido bastante prejudicada pela proximidade crescente do governo local, um antigo aliado americano, com a China, à medida que o país tenta reduzir a dependência do petróleo e diversificar sua economia.

Essa aproximação vem se traduzindo, por exemplo, no interesse de fabricantes chineses de carros elétricos pelo mercado dos Emirados Árabes Unidos. Ao mesmo tempo, isso se reflete em investimentos nesses players, entre eles, a Nio, que captou US$ 738,5 milhões junto a um fundo local em 2023.

Diante desses vínculos crescentes e da guerra comercial travada com a China, o governo dos Estados Unidos chegou a pressionar para que os Emirados Árabes Unidos cortassem as relações com companhias chinesas, como a Huawei, sob o risco de perderem o acesso a tecnologias americanas.

Antigo e grande “desafeto” dos EUA, a Huawei é um dos nomes que integram, desde 2019, a lista de empresas com as quais as companhias americanas estão proibidas de manter quaisquer relações comerciais.

Em um dos reflexos dessa política, no mesmo ano em que a Huawei passou a constar dessa relação, o Google suspendeu qualquer atualização do seu sistema operacional Android para os smartphones da marca chinesa.

Brad Smith, da Microsoft (à esq.), o xeique Tahnoun bin Zayed al Nahyan e Peng Xiao, CEO da G42
Brad Smith, da Microsoft (à esq.), o xeique Tahnoun bin Zayed al Nahyan e Peng Xiao, CEO da G42

Em janeiro deste ano, a própria G42 correu o risco de reforçar essa relação. Na época, deputado republicano Mike Gallagher, pediu ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos examinasse de perto a startup.

A alegação do parlamentar era de que a G42 matinha relações justamente com companhias como a Huawei e a Tencent. Além de trabalhar com serviços militares e de inteligência da China, e de ter investido em companhias chinesas, como a ByteDance, dona do TikTok.

Em outro ponto, a acusação foi reforçada com a informação de que Peng Xiao, CEO da G42, teve uma passagem no alto escalão da DarkMatter, empresa que desenvolve ferramentas de espionagem e vigilância.

“No domínio das tecnologias avançadas, temos perseguido uma estratégia comercial desde 2022 para nos alinharmos totalmente com os nossos parceiros americanos e não nos envolvermos com empresas chinesas”, afirmou a G42, na oportunidade, em comunicado.

Nesse cenário, a Microsoft e a G42 ressaltaram que a colaboração entre as duas empresas teve início e se fortaleceu no último ano. Isso inclui, por exemplo, um plano conjunto, anunciado em abril de 2023, para desenvolver soluções de IA para o setor público e a indústria.

Em um escopo mais amplo, a própria OpenAI, investida da Microsoft, vem se aproximando da startup. Em outubro, as duas empresas anunciaram uma parceria para oferecer ferramentas de ponta de IA para os Emirados Árabes Unidos e a região.

Ao mesmo tempo, o país foi uma das escalas escolhidas por Sam Altman, CEO da OpenAI, para viabilizar seu ambicioso plano de captar entre US$ 5 trilhões e US$ 7 trilhões para “remodelar” a indústria de chips e acelerar o desenvolvimento da inteligência artificial.

Em sua peregrinação para captar essa cifra estratosférica, Altman se reuniu no início do ano com o xeique Tahnoun bin Zayed al Nahyan, que atua como conselheiro de segurança e é irmão de Mohamed bin Zayed al Nahyan, presidente dos Emirados Árabes Unidos.

As ações da Microsoft estavam sendo negociadas com ligeira alta de 0,50% por volta das 12h (horário local) na Nasdaq. No ano, os papéis da companhia, avaliada em US$ 3 trilhões, acumulam uma valorização de 12%.

https://w3b.com.br/microsoft-mira-na-inteligencia-artificial-e-acerta-na-reaproximacao-de-eua-e-emirados-arabes/?feed_id=3686&_unique_id=662d0d662ca91

Rival europeia da OpenAI busca € 500 milhões (e quer valer € 5 bilhões)

Uma das principais concorrentes da OpenAI na corrida pela inteligência artificial, a startup francesa Mistral AI está próxima de levantar mais uma rodada. A companhia está negociando um aporte de € 500 milhões que poderá mais do que dobrar o valuation do negócio para pelo menos € 5 bilhões.

A nova rodada de investimento está sendo negociada com diferentes investidores, mas os nomes dos envolvidos ainda são mantidos em sigilo. Com menos de um ano de existência, a Mistral já levantou mais de € 400 milhões e foi avaliada na última rodada em € 2 bilhões.

Entre os investidores que já aportaram no negócio estão as gestoras Lightspeed Venture Partners, Andreessen Horowitz e General Catalyst. Empresas como Nvidia e Salesforce também estão no grupo de acionistas.

Ainda que o valuation possa mais do que dobrar, a cifra ainda é baixa em comparação a da OpenAI. A principal concorrente da Mistral está avaliada em cerca de US$ 80 bilhões, segundo o The New York Times.

Em fevereiro, a Mistral fechou uma parceria com a Microsoft, que é a principal investidora da rival OpenAI. Houve um novo aporte financeiro na operação, mas os detalhes não foram revelados. Ao Financial Times, a Microsoft informou que não reteve participação no negócio.

A ideia é que a startup francesa colabore no desenvolvimento de aplicações de inteligência artificial para a Microsoft na Europa. Na prática, isso significa o desenvolvimento de modelos de linguagem para serem utilizados na Azure, a divisão de computação em nuvem da companhia.

A principal diferença entre a OpenAI e a Mistral é que a segunda aposta em um modelo de código aberto de seu negócio. A Mistral permite que outros desenvolvedores usem sua ferramenta como base para a construção de novos aplicativos de AI.

A Mistral foi fundada em maio de 2023 por Arthur Mensch, Guillaume Lample e Timothée Lacroix, três ex-funcionários de gigantes como Meta e Google. A companhia tem um chatbot de inteligência artificial chamado Le Chat. O produto é semelhante ao ChatGPT, da OpenAI.

Ao FT, um investidor da companhia afirmou que o êxtase em torno da Mistral abriu a possibilidade para um novo investimento em um período tão curto desde o último round. Esse mesmo investidor, contudo, disse que a startup ainda tem dinheiro suficiente em caixa para desenvolver seu próximo modelo de inteligência artificial.

Esses modelos são chamados de large language models (LLMs) e estão no cérebro dos chatbots de inteligência artificial generativa. Sem esse modelo de linguagem é impossível que as ferramentas produzam textos e códigos de programação de forma autônoma.

Para treinar os modelos, a empresa precisa investir em chips de inteligência artificial que são fabricados por gigantes como a Nvidia, que é uma das parceiras da companhia francesa.

Seu primeiro modelo de chatbot de inteligência artificial levou cerca de 10 meses para ser lançado. O investimento feito pela companhia, até então com 10 funcionários, para atingir o feito não superou US$ 500 mil. Com mais usuários, a tendência é que esses gastos fiquem maiores.

Fique Por Dentro

Startup francesa já levantou mais de € 400 milhões em menos de um ano

Lightspeed, Andreessen Horowitz e Nvidia são algumns dos investidores

Novo aporte pode valorizar companhia em mais de € 5 bilhões

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